Sexta-feira, 24 de Fevereiro de 2017

Reflexôes sobre Empresas Familiares

 

ana_e_carlos_tavares.jpg

 

Ascender à liderança de uma empresa é dar um salto astronómico na evolução profissional.

Ser a pessoa que está no último patamar é sinónimo da responsabilidade última sobre as principais e mais impactantes decisões numa organização, pelo que o seu perfil e capacidades devem estar em consonância com os objetivos pretendidos para a sociedade.
Associando-se a imperativa necessidade de sucessão da gestão nas empresas familiares ao natural desejo das gerações mais novas em assumir esta função de enorme poder, estão criadas as principais condições para se delinear e implementar um plano de preparação dos futuros líderes.
Para além da necessária e contínua postura formativa pessoal, a experiência profissional desempenha um papel fulcral nesse processo.


Sendo importante percecionar esta situação, o estudo da Russel Reynolds debruçou-se sobre qual a trajetória profissional dos CEO.
Os resultados confirmaram a ideia de, nas empresas familiares, a sucessão ser normalmente assegurada por membros internos à própria entidade: mais de dois terços das respostas.
Contudo, analisando-se os extremos opostos, constata-se que esta realidade em Espanha representa cerca de 85% dos casos, em contraste com os 58% da Alemanha.
Estes dados não permitem intuir se os sucessores são ou não da família, mas o que podem representar de mais significativo, e que os sócios e líderes atuais da empresa devem ponderar aquando da definição do perfil ou do planeamento da preparação de potenciais gestores, é o impacto que experiências em entidades externas à própria organização poderão ter na formação dos seus futuros líderes.

Virgílio Aristides Tavares cumpriu o serviço militar no início do séc. XX, tendo estado em França na I Grande Guerra Mundial, saindo do Exército Português como 2º Sargento. Associando a sua aprendizagem da arte de ourivesaria no Porto à sua veia empreendedora, funda em 1922 a Ourivesaria Tavares, com sede na Rua da Junqueira, nº 54, Póvoa de Varzim.
Num contexto económico difícil, rapidamente percebeu que o desenvolvimento do negócio implicava a conquista de clientes noutras terras, pelo que passou a comercializar as peças que confecionava nas feiras semanais e anuais de muitas terras vizinhas ou mesmo mais longínquas. Do seu casamento com Isolina Andrade nasceram quatro filhos, dos quais dois - Miguel e Simão Tavares – asseguraram a continuidade do negócio.

A 5 anos de alcançar o seu centenário, a Ourivesaria Tavares é liderada por Ana e Carlos Tavares.
Estes dois irmãos e membros da 3ª geração, filhos de Miguel Tavares, que assumiram a propriedade da empresa em 2010, têm sido uns grandes impulsionadores do negócio.
O Carlos, após conclusão do ensino secundário, passou a frequentar e a ajudar o pai na ourivesaria da familia. O interesse pelo negócio leva-o a fazer diversa formação especializada na área dos metais preciosos e dos diamantes, sendo atualmente um reconhecido perito e avaliador de bens na área da ourivesaria, joalharia, relojoaria, numismática e pratas decorativas.
Com o seu impulso, a Ourivesaria Tavares foi a 1ª empresa portuguesa de conceção, manufatura e comercialização de produtos de ouro, prata, joalharia e relojoaria, certificada pela norma de qualidade ISO 9001.
Peças únicas e exclusivas, arte sacra, marca própria de alianças (Wedd), representação de reconhecidas marcas, loja online, participação em feiras e exposições da área são uma evolução suportada na seriedade e serviço que vão assegurar a sua competitividade e transição para a 4ª geração familiar.

 

In "Vida Económica" de 25 de Fevereiro de 2017

publicado por Carlos Tavares às 16:48
link do post | comentar | favorito
Sexta-feira, 19 de Agosto de 2016

(Des) Informação!

 

 

CT.jpg

 

Comecei a minha atividade profissional de comerciante de ourivesaria e perito avaliador no seio da minha família onde a profissão era encarada com muita responsabilidade e sentido ético.

O meu avô, pai, tios e demais colaboradores sempre mostraram muito interesse em aprender, conhecer muito desta arte e partilhar os conhecimentos com todo o grupo de trabalho, de forma a transmitirem uma postura de saber e confiança aos seus clientes.

Esta postura foi padrão durante muitas décadas no nosso país e em todas as ourivesarias, o comerciante de ourivesaria era um profissional respeitado que deveria mostrar confiança, competência e ética profissional.

Quem não se lembra que nas muitas e nas mais emblemáticas ourivesarias nacionais os seus proprietários e colaboradores eram pessoas conhecedoras da sua arte, muitos deles autênticos artistas no desenho e conceção de joias, na classificação de gemas e na peritagem e avaliação das mais antigas e complexas peças de arte.

Que saudades eu tenho desse tempo, eram muitos os especialistas que falavam de ourivesaria com paixão, competência e onde se "respirava" num ambiente de sabedoria.

Desde muito jovem tive oportunidade de assistir a tertúlias com ourives, joalheiros, antiquários, investidores e colecionadores onde calado e atento muito aprendi.

Com o decorrer dos anos estas personalidades foram desaparecendo e infelizmente não houve a sua renovação, apesar de hoje a informação e o conhecimento estarem mais disponíveis e acessíveis.

Recentemente foi-me solicitado a peritagem de um anel comprado numa prestigiada Ourivesaria do Norte de Portugal, pois existia a dúvida por parte do comprador da qualidade do seu metal. Este quis presentear a sua esposa com um anel de platina com diamantes lapidação brilhante, mas surgindo a dúvida entendeu consultar várias ourivesarias da cidade do Porto para então validar a qualidade do mesmo.

Em minha opinião deveria ter-se deslocado a Contrastaria do Porto e teria evitado toda esta desinformação.

Ficou bastante surpreendido e desiludido pois nos três comerciantes de ourivesaria que visitou, foi-lhe dito o mesmo escrutínio, o anel não era de platina mas sim de ouro branco.

Quando analiso o anel e depois de uma breve e simples visualização com uma lupa pude tranquiliza-lo, pois o punção da casa da moeda aplicado no anel era a "Cabeça de Papagaio p/esq. com a inscrição 950", punção utilizado nos artefactos de platina com a qualidade de 0,950.

Ao receber o meu parecer, ficou mais tranquilo e penso que voltou a recuperar a confiança na ourivesaria onde tinha comprado o anel.

Mesmo assim e para lhe esclarecer todas as duvidas aconselhei-o a solicitar um pedido de informação de marca e metal junto da Contrastaria do Porto.

Infelizmente, permitam-me concluir e que apesar dos muitos cursos de peritos/avaliadores que a Casa da Moeda tem vindo a realizar recentemente, são muito poucos os conhecimentos, a experiência, a cultura e a ética comercial por parte de alguns dos atuais comerciantes de ourivesaria e peritos avaliadores.

Fazem peritagens e emitem opiniões de uma forma fácil, sem qualquer conhecimento e rigor cientifico, falam com muitas certezas do que nada ou pouco sabem pondo em causa a honestidade e competência de colegas de profissão com décadas de experiência e provas dadas de competência, saber e honestidade.

 Recomendo mais conhecimento, humildade e vontade de aprender a todos aqueles que se estão a iniciar na profissão de comerciante de ourivesaria e de perito avaliador e também mais moderação nas afirmações e certezas que julgam ter.

 Sou também da opinião que os cursos ministrados pela Casa da Moeda de perito avaliador necessitam urgentemente de uma reformulação pois os conhecimentos e módulos lecionados são insuficientes para preparar peritos capazes de desempenharam a sua função com segurança, competência, profissionalismo e ética profissional.

 O mercado procura neste sector essencialmente confiança nas empresas, na cultura e no conhecimento das pessoas que nele trabalham.

Para esse efeito devemos diariamente através dos nossos atos, dos nossos conselhos, da nossa postura construir uma imagem de confiança.

Atualmente e felizmente ainda existem muito bons profissionais em que o mercado deposita confiança, consequência de anos de experiência, muito estudo e investigação, preocupação com as alterações constantes do sector e gosto e paixão pela profissão.

Desempenhar a atividade de comerciante de ourivesaria e perito avaliador com competência, requer muito mais que um simples diploma.

 

 

publicado por Carlos Tavares às 09:37
link do post | comentar | ver comentários (5) | favorito
Sábado, 22 de Agosto de 2015

Novo Regime Jurídico das Ourivesarias e Contrastarias

 

Contrast_02.png

 

 

Com a publicação da Lei n.º 98/2015, de 18 de agosto, que aprova o regime jurídico das ourivesarias e contrastarias, cuja entrada em vigor ocorrerá no prazo de 90 dias a contar da data da sua publicação, muitas vão ser as alterações nas rotinas e procedimentos diários dos profissionais do setor.

Depois de uma breve leitura ao documento posso concluir que algumas medidas pretendem atualizar uma serie de leis desajustadas no tempo, combater a criminalidade, a fraude fiscal e branqueamento de capitais, assim como, defender o consumidor e tornar a atividade de ourivesaria mais transparente.

Concluí também que todas os agentes económicos vão ter que fazer um maior esforço na formação e na organização das suas atividades assim como na das suas empresas e, caso não o venham a fazer, vão ter muitas dificuldades em manter a sua função.

Vamos todos ter que sair da nossa zona de conforto. Estávamos habituados e juridicamente orientados por leis com algumas dezenas de anos, desajustadas, por vezes incompreensiveis, confusas e que já não defendiam os agentes económicos, assim como o consumidor.

Perspetivo para breve uma grande discussão (confusão) entre todos os comerciantes, fabricantes, importadores, ensaiadores, lojas de compra de ouro,avaliadores oficiais, pois são raras as exceções em que são bem vindas e pacificas as alterações ou mudanças das leis que regem uma atividade económica.

Para uma melhor e rápida implementação das alterações à lei (já faltam menos de 90 dias para entrar em vigor) é fundamental e necessária a intervenção das várias associações do setor de forma a esclarecer e tirar todas as dúvidas.

Espero!

 

Foto:INCM

publicado por Carlos Tavares às 11:11
link do post | comentar | favorito
Sexta-feira, 12 de Junho de 2015

Replicas perfeitas!

 

11080303_10152841919994094_183393816041693539_o.jp

 

A descoberta de jazidas de pedras preciosas no Brasil (Século XVIII), mais concretamente nas regiões da Minas Gerais, Bahia e Mato Grosso, veio permitir um aumento da quantidade de diamantes e outras pedras de cor, a preços mais baixos, disponíveis para o fabrico de jóias.

Muitos foram os que desbravaram terreno na procura de fortuna acabando, também, por encontrar pedras preciosas até ai desconhecidas tornando as jóias da época muito mais criativas com a utilização de pedras de cor como água marinha, espinela, cristal de rocha, granada, e outras.

Estas novas pedras preciosas associadas ao aparecimento de uma nova clientela -  uma nova burguesia fluorescente e ansiosa em mostrar-se - foram factores fundamentais para que se criassem um elevado número jóias em ouro e prata com pedras preciosas.

Foi uma época importante da joalharia "Luso-Brasileira".Criativa com formas e técnicas inovadoras (novas lapidações) e com pedras preciosas nunca utilizadas até então, tais como as famosas "Minas Novas" (topázios, cristal de rocha, crisólita, crisoberilo, ...).

Chegaram até à actualidade muitas dessas jóias tão apreciadas e que atingem preços surpreendentes nos mercados de jóias de segunda mão assim como em leilões de leiloeiras conceituadas.

Com o chegar do século XX foram muitos os ourives joalheiros que se inspiram nestas jóias únicas e  executaram muitos alfinetes, pares de brincos, anéis e muitos mais adereços usando desenhos e formas do século XVIII e XIX mas com pedras imitações (produtos artificiais que pelo seu aspecto, cor, ou efeito especial simulam determinadas gemas,vidro plástico e resina, ...) com objectivos por vezes mal intencionados, como fazer passar jóias de produção recente por jóias com mais de 200 anos.

Na imagem podemos ver um exemplo de um alfinete em prata cravado com imitações (vidros) fabricado no século XX que pretende simular um alfinete com "Minas Novas" da época rica da joalharia "Luso-Brasileira".

Uma bonita jóia de fabrico recente que não pode ser valorizada como uma antiguidade.

publicado por Carlos Tavares às 18:43
link do post | comentar | favorito
Segunda-feira, 25 de Maio de 2015

Estou de volta!

11224632_10153306852702838_5788484906051329387_n.j

 

Acusando alguma falta de disponibilidade encontrei, finalmente o tempo e a motivação para voltar a partilhar, neste espaço, algumas opiniões acerca das minhas paixões.

Depois de um longo período de ausência, e dificuldade, para aqui partilhar as minhas experiências, observações e opiniões, estou resolutamente de volta.

Nos últimos meses chegaram até mim ínumeros objectos para avaliar. Foram muitas e diversas as jóias, relógios, pratas decorativas e pedras preciosas que tive a oportunidade de avaliar e estudar - um período muito rico de vivências e assim como de muita pesquisa e investigação.

Constata-se que com a diminuição do número de "lojas de compra de ouro" e com o aumento da desconfiança, por parte da generalidade das pessoas, acerca da competência e honestidade de muitas das referidas lojas são cada vez mais os que procuram, nos peritos avaliadores, uma opinião profissional, competente e assente em princípios dignos.

Irei, nas próximas publicações, partilhar, aqui, algumas das mais relevantes peças que avaliei nos últimos meses.

Neste hiato que findou aproveitei igualmente para enriquecer o meu portefólio com algumas formações numa área, onde confesso, que eu me sentia desconfortável e onde reconheço existir escassez de peritos capazes e bem preparados.

Desta forma frequentei uma formação na Contrastaria do Porto, ministrada pela Dra. Maria José Trindade sobre o tema "Gemologia Essencial", uma ação de formação que leva o ensino das pedras preciosas ao rigor e exigencia apenas disponíveis no ensino universitário.

Depois deste exigente curso sinto-me capaz e com mais competências e ferramentas para realizar peritagens de pedras preciosas, mais precisamente em todas as pedras de cor como: rubis, esmeraldas, safiras e muitas outras.

Conclui também que, na realidade, escasseiam os profissionais do sector de ourivesaria que dominam as várias tecnicas de observação e classificação de pedras preciosas, uma vez que para se possuir conhecimento pragmático nesta materia o estudo necessita ser contínuo e de índole académica.

Assim, considero proveitoso esta formação encontrando-me disponível para ajudar todos aqueles que necessitem reconhecendo, no entanto, que os meus conhecimentos assentam num principio de aprendizagem e investigação continua; afinal de contas: o saber não ocupa lugar.

 

publicado por Carlos Tavares às 12:54
link do post | comentar | favorito
Segunda-feira, 24 de Março de 2014

Basta de Insegurança!!

É com enorme desgosto e apreensão que temos assistido a uma onda crescente de assaltos e roubos aos Industriais e Comerciantes de Ourivesaria.

 

A insegurança gera pânico e medo, priva a liberdade do cidadão e do consumidor, consequentemente afecta psicologicamente a confiança, a procura e a aquisição de produtos de Ourivesaria.

 

Todos estes actos criminosos são, cada vez mais, muito bem planeados, executados com sucesso e de uma violência física e psicológica inimaginável há alguns anos atrás. 

As vítimas, muitas delas, acabam por desistir da actividade que desenvolveram durante anos, ficando somente aqueles que não têm alternativa ou insistem na loucura esperançosa de lutar por dias melhores.

Nas horas seguintes a estes atrozes actos o comerciante volta a renovar o seu espaço comercial, renova o seu stock para poder continuar a servir aqueles que nele confiam, mas nada apaga o desgosto que fica. Durante os dias mais próximos, gera-se uma onda de solidariedade entre colegas e clientes, reorganizam-se comportamentos e atitudes, renovam-se os sistemas de segurança na expectativa de que nada volte a acontecer. 

Num sector de actividade muito pouco únido em defesa desta e d'outras causas e com falta de liderança e peso político, por parte das associações do sector, para exigir eficácia na prevenção, no combate, e na adequação do código penal para penalizar, de forma exemplar e justa, todos aqueles que cometem estes crimes. Deveriam, igualmente, reivindicar junto do Poder Central mais meios financeiros, humanos e técnicos junto das forças da autoridade para que as investigações tivessem sucesso e não fossem encerradas prematuramente por falta provas.

Devemos seguir o exemplo de outros sectores como o das pescas, agricultura, revendedores de combustiveis, entre outros, que sempre que lhes bate à porta o infortúnio unem-se em volta de uma causa hasteados sob uma bandeira de apoio e sentido de luta e solidariedade exigindo, daqueles que tem a responsabilidade, a garantia dos seus direitos fundamentais como o da segurança e justiça.

Não podemos, nem devemos, ficar indiferentes a este desagradavel fenómeno e expectantes que a mudança se dê por obra do dívino, continuando a "assobiar para o ar" como se nada estivesse a acontecer. 

Quando fazemos uma visita pelas ourivesarias do nosso país, verificamos que todas elas estão descaracterizadas. Com uma oferta de stock muito reduzida quer em quantidade, quer em qualidade - muito stock de ouro de 9kt e 14kt e aço. Muitas delas estão com a porta fechada, polícia ou segurança à porta e pessoal de atendimento desmotivado e inseguro. 

Perante esta realidade o consumidor não encontra, no sector, as condições ideais para comprar ou adquirir produtos de ourivesaria, hábito que está enraizado na nossa história e cultura. Os poucos resistentes que ainda o fazem, acabam por adquirir objectos de menor valor pois, também eles, já foram vítimas da crueldade da ambição de outros.

Perante este cenário a motivação para aquisição de produtos de ourivesaria vê-se, progressivamente, reduzida, o que está a transformar este sector comercial e industrial, em tempos fonte de muitas receitas em impostos pagos ao País, num sector moribundo.

Têm-se verificado que muitos destes actos bem planeados têm origem em grupos de outros pontos da Europa deslocando-se até junto de nós e aproveitando as facilidades e liberdades que lhes proporcionamos, e concretizando, com suscesso, os seus propósitos. Com a abertura das fornteiras, ao abrigo do Acordo de Shengen, criando a livre circulação dentro de todo o espaço europeu, sem fiscalização ou controlo, estes "profissionais do crime" deslocam-se facilmente, e em poucas horas, encontram-se em vários pontos da Europa o que torna a investigação dos seus crimes inviável. Ressalvo que durante o Euro 2004, as fronteiras portuguesas tinham pontos de fiscalização estratégicos o que permitiu detectar actos ilícitos como contrafacção, trafico de droga, facturas falsas, emigração ilegal e posse ilícita de armas de fogo, entre outros. Isto originou no imediato uma série de receitas fiscais, coimas e contribuiu para a segurança e o sucesso desta medida, infelizmente, temporária.

Perante este exemplo, e outros que poderia citar, não entendo o motivo pelo qual não temos, nas nossas fronteiras o controle mínimo necessário para dissuadir e evitar a entrada de todos os que para cá vem com a pior das intenções. 

 

Finalizo com uma mensagem de apoio a todos os que já foram vítimas, não só de assaltos e da violência a eles agragados,  mas igualmente da inércia e incapacidade das organizações e entidades que têm, como motivo de existência, a nossa defesa e protecção.

 

Se nada for feito futuro aviznha-se negro para todos.

publicado por Carlos Tavares às 11:45
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Fevereiro 2017

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
25
26
27
28

.posts recentes

. Reflexôes sobre Empresas ...

. (Des) Informação!

. Novo Regime Jurídico das ...

. Replicas perfeitas!

. Estou de volta!

. Basta de Insegurança!!

.arquivos

. Fevereiro 2017

. Agosto 2016

. Janeiro 2016

. Agosto 2015

. Junho 2015

. Maio 2015

. Março 2014

. Fevereiro 2014

. Junho 2013

. Maio 2013

. Fevereiro 2013

. Setembro 2012

. Julho 2012

. Maio 2012

. Fevereiro 2012

. Agosto 2011

. Março 2010

. Fevereiro 2010

. Dezembro 2009

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Maio 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Novembro 2008

. Outubro 2008

. Setembro 2008

.tags

. todas as tags

.favoritos

. Deixemos apenas de existi...

. Música, apenas.

.links

blogs SAPO

.subscrever feeds